1)
Não compre tapetes havidos como de procedência estrangeira de
"turistas" desconhecidos em aperturas financeiras... É o
conto do Magliari; são produtos nacionais de baixa qualidade,
desprovidos de etiquetas, negociados como falso contrabando,
por preços várias vezes superiores ao real;
2) Cuidado com benzedeiras, rezas, e despachos. Denuncie os exploradores da credulidade pública e jamais permita que um deles entre em sua casa;
3)
Não acredite em "honrosas ofertas" de compra de lotes de
terreno por telefone. Há malandros que vivem à custa do chamado
trabalho de macaco, ou seja, conversa fiada pelo telefone para
impingir terrenos "frios" aqueles que crêem estar falando
com pessoas de projeção;
4)
Reserve seus donativos e óbulos para entidades idôneas credenciadas
pelo Serviço Social do Estado e Serviço de Fiscalização das
Associações de Caridade. Não confie na conversa de angariadores
que não exibam credenciais legítimas;
5)
Não acredite em "Revelações" e Profecias feitas por
ciganas que apareçam em sua casa. Elas só desejam se apropriar de
seus valores. Chame a polícia;
6)
Uisque falsificado é antes de tudo um produto nocivo a sua saúde.
Acautele-se contra os espertalhões que vendem gato por lebre;
7)
Quando estiver transportando valores não se deixe distrair por
qualquer motivo. Cuidado com os descuidistas que vigiam e que querem
furtá-lo;
8)
Não dê esmolas pelo telefone ou pelo correio. No geral quem
solicita dessa forma não tem coragem de fazê-lo pessoalmente. É
vigarice.
9)
Ao vender qualquer de seus bens, não se impressione com o alto preço
ofertado, investigue antes a idoneidade do comprador;
10)
Não se deixe levar pelas promessas de curandeiros e charlatões que
falam em curas milagrosas. Eles só querem apropriar-se de seu
dinheiro em prejuízo de sua saúde;
11)
Desconfie sempre do fiscal rigoroso que rapidamente se prontifica a
quebrar o galho mediante propina - é um malandro. Chame o policial
mais próximo;
12)
Não confie a guarda ou o transporte de valores a menores ou pessoas
inexperientes. Se for obrigado a fazê-lo, alerte-os contra a ação
dos vigaristas que agem nos centros bancários;
13)
Ao fazer negócios com desconhecidos não se deixe embair por
referências favoráveis colhidas em fontes igualmente desconhecidas.
Procure confirmar as informações recebidas com pessoas de sua
confiança;
14)
Ao investir suas economias em um consórcio, não acredite em todas
as promessas do vendedor e leia com atenção o contrato que vai
assinar para não se arrempeder mais tarde;
15)
Pessoa simplória que o aborda na rua com um bilhete premiado para
receber é um malandro que deseja lesá-lo. Chame o policial mais
próximo;
16)
Se você for interpelado por alguém que se diz policial, exija a
exibição de sua cédula de identidade funcional. É um direito seu
e sua garantia;
17)
Cheque visado dado em pagamento por desconhecidos, fora do expediente
bancário, deve ser confirmado pelo banco sacado antes de ser aceito
como dinheiro em espécie;
18)
A Casa da Moeda não tem filiais. Não acredite
em métodos especiais de reproduzir dinheiro verdadeiro. É o conto
da guitarra, chame a polícia;
19)
Agências de emprego que cobram taxas antecipadas, a pretexto de
conseguir colocações, não passam de arapucas disfarçadas.
Denunciem-nas.
20)
Desconfie sempre do providencial mecânico que aparece quando seu
carro enguiça na rua sem motivo aparente. É o conto do mergulho;
21)
Seu carnê foi premiado? Parabéns! Todavia não pague nada a ninguém
até certificar-se sobre o resultado do sorteio;
22)
A ambição desmedida do lucro fácil favorece o engodo preparado
pelos vigaristas. Não se deixe levar por ofertas fabulosas e
negócios da China;
23)
Ao ser procurado por um desconhecido que lhe dá uma notícia
trágica, não se precipite. Procure antes a confirmação e não lhe
entregue dinheiro;
24)
Não confie sua carga a carreteiros desconhecidos, portadores de
documentação duvidosa. O frete poderá custar mais caro do que você
pensa;
25)
Negócios muito vantajosos que surgem da noite para o dia geralmente
dissimulam um bem engedrado conto do vigário. Tenha cuidado!







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